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Produção nacional de bebidas cai 4% em julho, mostra pesquisa do IBGE

Desempenho negativo foi registrado em 11 dos 26 ramos pesquisados no período

Por Afrebras| 03/09/2019

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A produção industrial no Brasil caiu 0,3% em julho, no terceiro mês negativo seguido. Os dados foram, divulgados nesta terça-feira (3) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). As bebidas registraram queda de 4,0% e estão entre outros 11 ramos que tiveram baixa, de acordo com o órgão.

No cenário geral, a perda acumulada no período foi de 1,2%. Na comparação com julho de 2018, a indústria brasileira recuou 2,5%, após queda de 5,9% em junho. O acumulado no ano foi de -1,7%. O acumulado nos últimos 12 meses (-1,3%) mostrou perda de ritmo frente ao resultado de junho (-0,8%) e permaneceu com a trajetória predominantemente descendente iniciada em julho de 2018 (3,2%). Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) Brasil. 

No recuo de 0,3% da atividade industrial na passagem de junho para julho de 2019, 11 dos 26 ramos pesquisados mostraram quedas na produção. Entre as atividades, as principais influências negativas foram em: outros produtos químicos (-2,6%), bebidas (-4,0%) e produtos alimentícios (-1,0%).

Outros produtos químicos e bebidas tiveram quedas após taxas positivas em junho (0,9% e 1,5%, respectivamente).  Já o setor de produtos alimentícios apontou o terceiro mês seguido de queda, acumulando perda de 3,3% nesse período.

Na comparação com julho de 2018, a indústria nacional caiu 2,5%. Entre as atividades, indústrias extrativas (-8,8%) exerceram a maior influência negativa. Elas foram seguidas pelos ramos de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-5,9%), de produtos alimentícios (-2,3%), de celulose, papel e produtos de papel (-9,3%) e de bebidas (-8,0%).

A lista é completada por outros produtos químicos (-4,2%), outros equipamentos de transporte (-12,5%), produtos de madeira (-10,3%) e produtos de borracha e de material plástico (-2,7%) e de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-6,0%).  (Fonte: Com informações do IBGE)