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De Tebet a Haddad, o alerta vermelho para a Zona Franca de Manaus

Em 2022 a ZFM resultou em uma perda na arrecadação de aproximadamente 400 bilhões.
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Durante as discussões do Grupo de Trabalho da Reforma Tributária nos últimos meses, ficou clara a insatisfação de políticos do alto escalão com o atual formato da Zona Franca de Manaus, entre eles temos o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ministra do Planejamento, Simone Tebet. 

A ministra Tebet afirmou recentemente que os incentivos fiscais da ZFM “se exauriram”, mostrando como esse formato de arrecadação de tributos é inviável, e atualmente tornou-se um modelo de perde-perde. Assim como o ministro Haddad, que reforçou os prejuízos do governo com as renúncias de tributos. 

A guerra fiscal entre os estados, e as indústrias foi apresentada como insustentável, já que no ano passado resultou em uma perda na arrecadação de aproximadamente 400 bilhões.  

A Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil (Afrebras), por meio do presidente Fernando Rodrigues de Bairros, expressa a satisfação em ver diferentes agentes políticos, buscando a reformulação da arrecadação tributária e principalmente dos injustos incentivos fiscais da ZFM. 

Os principais membros do GT que expressaram posicionamento contrário aos benefícios são o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, e o secretário extraordinário da Reforma Tributária, do Ministério da Fazenda, Bernard Appy. 

Já entre os deputados foram Adail Filho (Republicanos), Aguinaldo Ribeiro (PP), Glaustinde Fokus (PSC), Jonas Donizette (PSB), Luiz Philippe de Orleans Bragança (PL), Mauro Benevides Filho (PDT), Newton Cardoso JR (MDB), Reginaldo Lopes (PT), Saullo Vianna (União), Sidney Leite (PSD), Tábata Amaral (PSB), e Vitor Lippi (PSDB). 

 

Foto: Agência Brasil

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