
Na última semana, o Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, divulgou os detalhes de como funcionará a Nova Indústria Brasil (NIB), um plano que prevê um investimento de R$ 300 bilhões até 2033.
A NIB abrangerá seis eixos temáticos de ação, divididos estrategicamente para abordar áreas consideradas essenciais para o desenvolvimento abrangente do país. Estes são:
Missão 1: Cadeias agroindustriais sustentáveis e digitais para segurança alimentar, nutricional e energética.
Missão 2: Complexo econômico industrial da saúde resiliente para reduzir vulnerabilidades no SUS e ampliar o acesso à saúde.
Missão 3: Infraestrutura, saneamento, moradia e mobilidade sustentáveis para integração produtiva e bem-estar nas cidades.
Missão 4: Transformação digital da indústria para ampliar a produtividade.
Missão 5: Bioeconomia, descarbonização e transição para segurança energética, garantindo recursos para as futuras gerações.
Missão 6: Tecnologias de interesse para soberania e defesa nacionais.
Os recursos necessários para a implementação do programa serão provenientes do BNDES, FINEP e EMBRAPII, com investimentos alocados até 2033, destacando uma maior alocação entre 2024 e 2026. O governo busca impulsionar a produtividade industrial, promover a digitalização dos métodos de produção e estimular a expansão da capacidade industrial no Brasil.
Outro ponto relevante é a destinação de R$ 2 bilhões para a transformação digital de micro, pequenas e médias empresas brasileiras, visando elevar a capacidade competitiva dessas empresas no cenário industrial brasileiro. O Ministro Geraldo Alckmin resumiu a Nova Indústria Brasil (NIB):
“A nova política coloca a inovação e a sustentabilidade no cerne do desenvolvimento econômico, incentivando a pesquisa e a tecnologia em diversos setores, com responsabilidade social e ambiental. Esta política representa uma visão de futuro, uma declaração de confiança em nossa capacidade de competir e liderar em áreas estratégicas no cenário mundial”, afirmou Alckmin.
