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A indústria alimentícia está cada vez mais empenhada em encontrar alternativas ao açúcar em seus produtos, impulsionada pela crescente preocupação com a saúde pública. Os edulcorantes, classificados como substâncias que conferem sabor doce aos alimentos, estão ganhando destaque nesse cenário, com a intenção de substituir parcial ou totalmente o açúcar, conforme estabelecido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em 2023.
Esses edulcorantes, sejam eles naturais ou artificiais, nutritivos ou não, têm despertado interesse na busca por opções mais saudáveis e com menor teor calórico. Os naturais, obtidos organicamente de plantas ou alimentos de origem animal, contrastam com os artificiais, provenientes de processos químicos, mas equivalentes aos primeiros em sabor.
Entre os edulcorantes artificiais de alta intensidade, destacam-se o acessulfame de potássio, aspartame, ciclamato de sódio, sacarina, sucralose, taumatina, glicosídeos de esteviol e neotame. Já os edulcorantes de baixa intensidade ou nutritivos incluem maltitol, isomaltitol, lactitol, xilitol, eritritol, sorbitol e manitol.
Os adoçantes de alta intensidade, conhecidos por sua capacidade de conferir um sabor doce intenso mesmo em pequenas quantidades, têm sido aplicados na substituição do açúcar, oferecendo a vantagem de serem isentos de calorias. Além da intensidade de doçura, características como perfil tempo-intensidade, amargor, gostos residuais e fragrância desempenham papéis cruciais na aceitabilidade e preferência dos consumidores por um determinado edulcorante.
A aplicação de misturas de adoçantes intensivos não apenas otimiza o sabor, mas também pode reduzir custos, especialmente quando há sinergia entre os componentes, resultando em menor consumo diário dos aditivos nos alimentos finais. Assim, os fabricantes buscam superar as limitações dos adoçantes individuais, explorando o potencial das misturas para alcançar a perfeição no paladar do produto final.