
Um dos assuntos tratados no G20, que reúne os ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo e da União Europeia e União Africana, foi a tributação justa. Durante as discussões, o ministro da fazenda Fernando Haddad afirmou que é necessário fazer com que os bilionários paguem sua tributação justa em impostos. Essa fala deve ser levada em conta em todos os setores da sociedade, incluindo na produção de refrigerantes em nosso país.
A indústria de bebidas também conta com seus “bilionários”, que com manobras fiscais, escapam dos impostos, como é o caso das indústrias localizadas na Zona Franca de Manaus, que possuem diversas regalias tributárias. Essa desigualdade tributária atrapalha a competitividade no mercado, impactando negativamente nos custos das indústrias nacionais que estão localizadas em outros estados da federação e ainda causando um grande prejuízo para toda a sociedade brasileira.
As Indústrias Nacionais recolhem mais impostos que os “bilionários” citados pelo Ministro da Fazenda, e assim cumprem seu papel social, ao contrário das grandes empresas que concentram o mercado e que não pagam tributos.
Nesse contexto, a questão fiscal em torno do setor de refrigerantes no Brasil continua sem uma solução, beneficiando grandes empresas e fazendo com que produtores regionais paguem altos custos.
